10 anos PROPEC

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Direitos Humanos: O que a escola pode fazer em busca desta realidade

Quando pensamos em direitos humanos, muitas vezes pensamos apenas na violência.

Mas engana-se quem pensa assim. A educação é um direito humano e a escola deve-se desenvolver em prol destes. Porém este viés está ausente nas escolas públicas e privadas, pois ainda existe um descaso em relação a esta temática, mas sabemos que a escola tem um papel fundamental em construir estes conceitos nos futuros cidadãos.

Trazer para discussão problemas de cunho social, por exemplo, é bastante proveitoso e relevante, pois desenvolve o pensamento crítico sobre a tomada de decisão.

Desta forma, quando a escola adota esta postura de transformação social, ela está alinhada ao conceito de direitos humanos, principalmente quando focada nos problemas que cerca a comunidade local, onde o individuo está inserido. Isto é fazer o papel de escola democratizadora.

Escola democratizadora, é escola que promove o direito a liberdade, o direito a vida.

Se quiser saber acesse o link abaixo:

http://www.cienciahoje.org.br/revista/materia/id/1040/n/direitos_humanos_na_escola:_utopia_ou_possibilidade

Alfabetização de adultos: um caminho longo a ser percorrido.

O último relatório da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) divulgado no dia 24/10/2017, informou um triste cenário: “Brasil tem 13 milhões de analfabetos e não consegue redução há três anos, diz Unesco”. Notícia esta que está estampada no portal do G1.

Irina Bokova, diretora-geral da Unesco, declarou que ‘A educação é uma responsabilidade compartilhada entre todos nós – governos, escolas, professores, pais e atores privados’.

Infelizmente isto não tem sido a realidade do nosso país, e a cada dia que passa o descaso com esta parcela da população só aumenta. A pouca força que os movimentos em prol da EJA tem nas políticas públicas, tem levado a uma estagnação do problema da falta de alfabetização de adultos.

A matéria completa do portal do G1 pode ser acessado no link abaixo:

https://g1.globo.com/google/amp/https://g1.globo.com/educacao/noticia/brasil-tem-13-milhoes-de-analfabetos-e-nao-consegue-reducao-ha-tres-anos-diz-unesco.ghtml

Ensino de bioquímica: uma proposta inovadora!

No último dia 24/10, assisti a uma mesa redonda no NUTES / UFRJ: “Diversidade da vida o que pensam os estudantes”, e tive o prazer de ouvir a professora Dra. Andrea Da Poian, do Instituto de Bioquímica da UFRJ, falar sobre suas experiências na formação de professores para o ensino de bioquímica. Coincidentemente lendo uma matéria da Revista Ciência Hoje, me deparo com a professora Dra. Andrea, em uma matéria que cita essa proposta inovadora de ensinar bioquímica.

Segundo a professora, é preciso ouvir nossos alunos, fato que sempre é discutido nos discursos por uma educação de qualidade, mas que poucos tem sido levado em consideração. Ela também menciona que as atividades de ensino não podem estar desconectadas da motivação dos alunos. Isto me remete a um dos eventos educacionais que Joseph Novak nos chama a atenção, que é a pré disponibilidade que o aluno deve ter para aprender. Nesse sentido, verificamos a necessidade deste aluno estar motivado para aprender.

Mas como fazer isso? De quem é a responsabilidade? Existe um método inovador? Os professores que estão na educação básica estão preparados para transpor a forma de ensinar tradicional?

Essas são algumas das muitas perguntas que surgem. O que você pensa a respeito?

A reportagem completa sobre “Inovação no ensino de bioquímica”, você pode ler no link abaixo:

http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/4928/n/inovacao_no_ensino_de_bioquimica

 

Outras vias do aprendizado, um leque de possibilidades…

Sempre me preocupo em como ajudar o meu aluno a aprender, e hoje pesquisando um pouco sobre o assunto encontrei uma matéria muito legal no site da Ciência Hoje, onde a bióloga Vera Rita da Costa descreve as várias formas de aprender e ensinar, e não apenas aquela propalada nos colégios e universidades, ela abre o leque de opções para o educador.

Ela utiliza o livro (o desafio de aprender ao longo da vida), do reconhecido educador Guy Claxton, ex-diretor do Programa de Pesquisa sobre Cultura e Aprendizagem da Universidade de Bristol (Inglaterra), para nos dar algumas dicas importantes e que podem surpreender aqueles acostumados a não pensar sobre a questão.

http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/3969/n/outras_vias_do_aprendizado

Mulheres na Ciência não é uma novidade!

Quando criança sempre brinquei de cientista: fazia experimentos com feijão no algodão, tentava observar as formigas, além de querer fazer um monte de misturas com produtos da cozinha. Na adolescência, até pensei em ser jornalista. Tinha uma grande paixão pelos jornais! Mas ao chegar no Ensino Médio resolvi fazer curso técnico em química, muito impulsionada pela minha comadre, Rubinha.

Mas sempre tive a certeza que a ciência era meu lugar. Hoje, formada em Ciências Biológicas, e com mais de 20 anos de atuação em laboratório e na área de qualidade, minha paixão foi transportada para dentro da escola. Ensinar Ciências para adolescentes, jovens e adultos é me permitir ser melhor. Desta forma, concretizo um sonho de trocar experiências, de ser cientista, ser professora, mas sem perder o sentido de ser mãe, esposa, e mulher, que ocupa um lugar neste campo tão machista que é a ciência!

Com a imagem de Marie Curie deste post, imagino a nossa vida: temos uma mão na ciência e outra na casa…. somos polivalentes, somos super poderosas, somos mulheres!

O CONHECIMENTO segundo PAULO FREIRE

Paulo Freire sem dúvida é um grande nome da nossa educação. Infelizmente muitos críticos tem se levantado para expor negativamente seu trabalho. Eu entendo que cada um tem o direito de pensar da forma que bem entende, porém, reduzir as suas conclusões a uma leitura superficial, ou mesmo olhar pelos olhos de outros, é uma forma pequena e pouco criativa de se expor.

Sou uma admiradora desta figura, e tentarei fazer neste blog um espaço para compartilhar as minhas experiências docentes que são inspiradas em Paulo Freire.

Portanto, se você é assim como eu, apaixonada pela educação, pela Educação de Jovens e Adultos, e ainda pelo Ensino de Ciências, junte-se aqui para trocarmos experiências e comentar como podemos a cada dia melhorar a nossa prática.

No link abaixo tem uma post do blog “O aprendiz em Saúde”, que fala do conhecimento de acordo com este autor. Entra e curta!

Fonte: O CONHECIMENTO segundo PAULO FREIRE